4 de fev. de 2012

Vereança Voluntária


Vereador remunerado é minoria no mundo.

Em vez de legisladores pagos com dinheiro público, grande parte dos países tem conselhos de cidadãos, formados por representantes das comunidades, que não recebem salário pela atividade O cargo de vereador é, praticamente, uma exclusividade da legislação brasileira.

Na grande maioria dos países, a figura do legislador municipal inexiste.

Em seu lugar, há os chamados “conselhos de cidadãos”, formados por representantes das comunidades e bairros, que geralmente trabalham sem remuneração ou ônus para os cofres públicos. Os conselheiros são escolhidos pela própria população e costumam reunir-se periodicamente para discutir temas relativos à cidade, numa pauta equivalente à que é cumprida pelos vereadores no Brasil.

No entanto, nenhum deles sobrevive da política e sim das suas atividades profissionais. As reuniões acontecem em auditórios públicos, sem a estrutura física de uma Câmara Municipal, nem funcionários ou servidores comissionados à disposição.

De acordo com o advogado José Paulo Cavalcanti – estudioso das Constituições dos países –, o formato do Legislativo brasileiro é único. Ele explica que são poucos os países com estrutura federativa equivalente à do Brasil.

Na maioria, não existe a figura do município. São províncias, condados e cidades, vinculados diretamente ao poder central. “Como não há remuneração, o número de conselheiros é maior e as comunidades ficam melhor representadas”, avalia.

Até meados de 1977, o trabalho dos vereadores não era remunerado, à exceção das Câmaras das capitais e de cidades com mais de 500 mil habitantes. Após o Pacote de Abril – conjunto de leis outorgado pelo presidente-general Ernesto Geisel em abril de 77, visando a evitar o avanço da oposição ao regime – todos passaram a receber vencimentos, calculados num limite de até 75% dos salários dos deputados estaduais, que, por sua vez, representam 75% do que recebe um deputado federal.

Segundo José Paulo, em alguns países – como Portugal – ainda se costuma pagar um jetom por sessão aos conselheiros, para repor o dia de trabalho que deixam de cumprir nas suas profissões. Mas as vantagens param por aí. “Tirar dinheiro da saúde, da educação, para pagar vereadores, não existe. São 5% do orçamento do município, que destina 10% à saúde. Não seria melhor que a saúde tivesse 15% e não existissem vereadores?”, questiona José Paulo, arrematando: “No Brasil, os vereadores são assistentes sociais de luxo. Não há nada que eles façam que um conselheiro não possa fazer melhor”.

A advogada Rachel Farhi, ex-procuradora do Estado do Rio de Janeiro e chefe da área jurídica do Instituto Brasileiro de Administração Municipal (Ibam), salienta que extinguir a remuneração dos vereadores é inconstitucional.

“Antigamente, o exercício da vereança era meramente honorífico. Mas é deste subsídio que o vereador tem seu sustento”, afirma Rachel. Para ela, o que se configura como irregular é a adição das verbas indenizatórias aos salários dos vereadores.

“O vereador tem que financiar as despesas com alimentação, por exemplo, com os seus próprios recursos. A verba indenizatória deve ser gasta com despesas inerentes ao cargo e não para auferir vantagem pessoal.”

Outro assunto que Rachel Farhid discute é a vinculação dos subsídios nas Câmaras aos salários de deputados. “A lei fala em limite, teto. Isso significa que não necessariamente o vereador tem que ganhar o teto.

Não significa que tem que ser igual ao limite. Até porque vincular a remuneração do vereador à do deputado é também inconstitucional. São unidades orçamentárias distintas, de entes da federação também distintos.

Fonte: Jornal do Commércio (Belém)


2 de fev. de 2012

Faixas de pedestre

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As faixas em Lajinha foram projet
adas de forma errada, e são duas falhas graves: 1º.- A falta da faixa de contenção, fato que desobriga o motorista a dar a vez ao pedestre (imagem 1). Os motoristas de Lajinha tem sido generosos em obedece-las. Mas não podemos dizer o mesmo de motoristas de outras cidades que não vendo a faixa de contenção (e às vezes nem as faixas) deixam de parar e colocam em risco a vida do pedestre.
2º- A posição das faixas no centro da cidade estão erradas e carecem de correção (imagem 2). Graças a Deus ainda não tivemos acidentes graves em razão disso, mas já ocorreram vários abalroamentos entre veículos naqueles pontos.
Quanto ao pedestres, já presenciei muitos "desfilando sobre a faixa" achando que são "passarelas da moda". Outras vezes eu, como motorista, vejo o pedestre simplesmente entrar na frente do veículo sem sequer olhar para os lados para ter certeza de que o veículo parou para ele atravessar. Precisa-se de uma campanha educativa.
O pedestre precisa acostumar-se a sinalizar a
sua intenção de atravessar a faixa levantando sua mão solicitando ao motorista que pare (imagem 3). Desta forma tanto o motorista quanto o pedestre estarão seguros.

Muitos questionam porque não se instalam semáforos no centro de Lajinha. A questão é o espaço. Se foram instalados sinais semafóricos no cruzamento do centro, um período mínimo de 30 segundos de sinal vermelho será suficiente para para o trânsito do centro até à altura do posto Teote, por exemplo, bloqueando a rua Herculano Ker e Rua Nestor Vieira. Portando, apertados como são os espaços de nossas ruas, precisamos nos acostumar com as faixas e a boa educação tanto de motoristas como pedestres.
Uma consideração final é quanto aos motociclistas que precisam entender que eles também estão na direção de um veículo motorizado e que, por esta razão, são passíveis de respeitar as faixas de pedestres e, são também, submetidos às mesmas penalidades previstas no CTB.

1 de fev. de 2012

Estacionamento


Vejam só. Motociclistas continuam a ocupar espaços onde poderiam estacionar veículos e, enquanto isso, um espaço destinado exclusivamente ao estacionamento de motos permanece vazio. Poucos motociclistas utilizando o espaço.
Urge a necessidade de uma organização do trânsito na área central da cidade e para isso será necessária a participação e compreensão de todos.

Faixas de Segurança?


Nossas faixas de pedestres já estão pedindo uma restauração. Nova pintura. recuperação do piso etc.
Ainda bem que os cidadãos lajinhenses se acostumaram a utilizar a "faixa de segurança" como forma de garantir deu direito. Da mesma forma os motoristas que acostumaram a ser gentis em respeitar os direitos do pedestres.
Mas, e um motorista de outra cidade? Não está acostumado a respeitar a faixa. Vai respeitar "que faixa"? Atualmente as faixas de pedestre de Lajinha tornaram-se "faixas de insegurança". A todo o instante presenciamos pedestres se assustando com veículos sobre a faixa e motoristas assustando com pedestres à sua frente - teoricamente sobre a faixa.
Já está na hora de novamente o SAAE realizar a recuperação das faixas. Mas... auto lá!!! O SAAE não cuida de faixas!!! Isso não deveria ser de competência da secretaria de obras?

29 de jan. de 2012

Qual é o motivo?


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Será que todos os moradores dessa rua estão inadimplentes com os impostos municipais ou algo assim?